Rock pesado com raízes na percussão afro, anseios sociais e uma voz que não se cala. Do palco à assistência social, a arte como ato de resistência.
Músico, multi-instrumentista, compositor e cantor, Jorman da Penha reúne em seu mais recente trabalho "Estado" toda sua revolta e manifesta seus anseios sociais em forma de música.
Conhecido como "garoto prodígio" tocando percussão e compondo com a banda Herança Negra nos anos 1990, ele amadureceu e traz consigo toda sua experiência como educador social para jovens, adultos e idosos em vulnerabilidade.
Atuou na assistência social, direitos humanos e cultura em órgãos públicos e coletivos: Centro de Referência para Pessoa com Deficiência da Prefeitura de Vitória-ES, Núcleo Afro Odomodê e o Revelando Talentos.
Rock pesado com elementos eletrônicos e percussivos. O nome soa como alerta: estado de espírito, estado como política pública, como território, classe social, autoridade. As letras denunciam a invisibilidade de pop rua, periféricos, PCDs e comunidades quilombolas perante as autoridades.
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Para o lançamento de "Estado", a banda conta com músicos experientes da cena capixaba do rock. Jorman incluiu o sobrenome artístico em homenagem à sua mãe Dona Penha, que sempre apoiou ele e seu irmão Jon Santos na busca por seus sonhos.
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